Evento é o mais importante polo de atração de empresas logísticas que operam na Cadeia do Frio; Frigo King conta com cinco distribuidores na região
A Frigo King vai participar da edição 2026 da AHR - The International Air-Conditioning, Heating, Refrigerating Exposition, com foco em ampliar sua presença comercial na América Latina. “O evento é o principal polo de atração para empresas logísticas que operam na Cadeia do Frio”, explica Marcos Augusto Pordeus de Paula, diretor-geral da Frigo King.
A AHR 2026 será em Las Vegas (EUA), de 2 a 4 de fevereiro, e será esperado mais de 50 mil visitantes que visitarão 1.800 expositores. A Frigo King fará demonstrações do seu aplicativo Meu Frigo King, disponível em espanhol e em inglês. “É um diferencial importante, na medida em que coloca na palma da mão do gestor todas as informações relevantes da operação, a custo zero”, afirma o executivo.
A empresa exporta para vários países da América Central e do Caribe, como Guatemala, Costa Rica, Cuba, República Dominicana e Honduras. Na região, a Frigo King conta com cinco distribuidores.
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Argonautas Comunicação & Design
Na Brado Logística, modelo ampliou a previsibilidade operacional e fortaleceu a relação com clientes, elevando o NPS ao índice de 54
O avanço da torre de controle logístico está alterando a dinâmica entre transportadores, operadores e clientes na cadeia de suprimentos. Em 2025, a Brado atingiu uma taxa de OTD (On Time Delivery) de 99% e, na visão do cliente, esse foi um dos principais impulsionadores do crescimento do NPS. No último ano, a empresa atingiu a considerada zona de qualidade, com um índice de satisfação de 54. A implementação da torre é focada na etapa rodoviária, com acompanhamento em tempo real e ações com reflexo imediato, que ecoam uma tendência mais ampla, utilizando dados e análises operacionais para conectar modais, priorizando ações de redução de riscos, perdas e impacto nos clientes, além do aumento da previsibilidade e da maior força na tomada de decisões estratégicas.
Esse modelo vai além do rastreamento convencional. Ele reúne monitoramento ativo, planejamento tático, gestão por meio de alertas e ciclos de feedback contínuos. Em cadeias longas e multimodais, essa diferença pode ser crítica. Segundo relatório da Deloitte, modelos analíticos aplicados à manutenção preditiva podem antecipar em até 92% as falhas que afetam a disponibilidade dos veículos, reduzindo paradas e ampliando a eficiência operacional.
Arquitetura operacional e expansão — Implementada em 2023, a torre opera 24 horas por dia em parceria com a Xcelis, a partir de uma central instalada em Valinhos (SP). A empresa especialista em supply chain monitora a etapa rodoviária em tempo real, acompanha a programação, o controle de rota, as janelas de carregamento, as causas de retenção e as estimativas de chegada, além de reportar desvios e acionar alertas. O processo abrange desde a saída do cliente até a entrada da carga no terminal ferroviário da Brado.
A partir desse ponto, analistas internos assumem o fluxo multimodal, integrando a janela ferroviária, o planejamento e a priorização de cargas. A operação estreou em Sumaré (SP), foi expandida para Rondonópolis (MT) e Santos (SP) e hoje atende 100% dos clientes.
Para Giuliano Gorski, gerente de operações rodoviárias da companhia, a mudança não é apenas digital. “O maior desafio da multimodalidade é sincronizar o rodoviário, altamente variável, com o ferroviário, mais estável e pautado por janelas. A torre atua justamente no trecho mais sujeito à dispersão, reduzindo incertezas e ampliando a previsibilidade”, afirma.
Efeitos aparecem em indicadores — Dentro do OTD consolidado, a torre permite identificar o desempenho por transportadora e por tipo de ocorrência, validar e controlar a idade da frota, o volume de retenções, o trânsito e ainda propor rotas alternativas. Esse detalhamento contribui para renegociações, otimização de malhas e ajustes operacionais com ciclos de feedback mais curtos, além de reduzir custos operacionais.
“Com métricas objetivas, a performance deixa de ser percepção e passa a ser dados. Transportadoras são avaliadas com critérios claros, clientes recebem atualizações consistentes e eventuais gargalos podem ser tratados antes de virarem custo”, complementa o gerente.
Desde a implementação da torre de controle, o modelo passou por ciclos sucessivos de aprimoramento, ampliando o escopo de dados, indicadores e processos. Em vez de uma ferramenta de vigilância, tornou-se infraestrutura estratégica para orquestração logística e para elevar a qualidade de entrega e de atendimento no ambiente multimodal.
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Falhas na montagem e na avaliação prévia das peças comprometem o sistema de arrefecimento e elevam o risco de superaquecimento e desgaste prematuro do motor
A instalação inadequada de hélices e embreagens viscosas está entre as principais causas de falhas no sistema de arrefecimento de veículos comerciais e de passeio. Erros aparentemente simples durante a montagem podem resultar em vibração excessiva, perda de eficiência térmica, aumento do consumo de combustível e até danos irreversíveis ao motor.
Segundo a Modefer, líder nacional na fabricação de hélices e embreagens viscosas para veículos, a maior parte desses problemas está relacionada à falta de atenção técnica durante a instalação.
- Utilizar peças fora das especificações do fabricante - Instalar hélices ou embreagens viscosas incompatíveis com o modelo do veículo compromete diretamente a refrigeração do motor. Diferenças de diâmetro, de rotação ou de capacidade de acoplamento alteram o fluxo de ar e geram sobrecarga térmica.
“O uso de componentes fora da aplicação correta interfere no equilíbrio do sistema e acelera o desgaste de peças vitais. Esse erro costuma gerar superaquecimento progressivo”, alerta Hermes Santos, CEO da Modefer. - Ignorar o alinhamento entre a hélice e a embreagem viscosa - O desalinhamento do conjunto gera esforços irregulares durante a rotação, afetando mancais (peças que sustentam e permitem o movimento de eixos e partes giratórias), rolamentos e o próprio motor. Esse problema tende a evoluir silenciosamente até provocar falhas mais graves.
“Uma hélice desbalanceada ou mal alinhada compromete toda a dinâmica do sistema de arrefecimento, gerando vibrações constantes e esforços irregulares que se propagam por todo o conjunto mecânico. Se não for corrigido a tempo, esse tipo de falha afeta diretamente componentes como mancais e rolamentos, podendo até evoluir de forma silenciosa e causar danos mais severos ao motor, reduzindo significativamente a vida útil do sistema”, destaca Santos. - Instalar embreagens viscosas já comprometidas - Vazamentos de fluido viscoso (líquido usado para controlar a transmissão de força e a velocidade de rotação entre componentes) indicam perda do fluido de silicone (tipo específico de fluido viscoso), essencial ao funcionamento correto da peça. Mesmo uma hélice nova não resolve esse problema.
“Quando há perda desse fluido, a embreagem deixa de cumprir sua função. O resultado pode ser superaquecimento ou funcionamento irregular do motor”, afirma o CEO. - Deixar de testar o sistema após a instalação - Não realizar testes após a montagem impede a identificação precoce de ruídos, vibrações ou falhas de acoplamento. Esse descuido aumenta o risco de que pequenos erros evoluam para danos estruturais.
“O veículo sempre dá sinais antes de falhar, seja por meio de ruídos anormais, vibrações excessivas ou alterações no desempenho do sistema. Ignorar esses indícios após a instalação é assumir um risco desnecessário e potencialmente caro, já que pequenos ajustes ou correções preventivas podem evitar falhas mecânicas graves, paradas inesperadas e custos elevados de manutenção”, conclui Hermes Santos.
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Volume ficou acima do exercício anterior e empresa entregou ao mercado equipamentos com maior capacidade volumétrica
A HC Hornburg, empresa fabricante de implementos rodoviários com sede em Jaraguá do Sul (SC), vendeu 1.212 implementos em 2025, contra 1.193 no exercício anterior. “Entregamos ao mercado produtos com maior capacidade volumétrica, o que significa que aumentamos nosso ticket médio”, diz Betina Borchardt, diretora-geral da HC Hornburg.
Os principais produtos de destaque no ano passado foram as carrocerias Truck e Bitruck paleteiras, bem como o semirreboque, todos voltados ao transporte de produtos congelados e refrigerados. Os equipamentos foram comercializados para transportadoras e empresas frigoríficas com frota própria, que têm necessidade de equipamentos capazes de transportar maior carga com segurança.
Em 2025, a HC Hornburg acompanhou a curva ascendente do mercado de carrocerias sobre chassi. “Nossa performance comercial se alinhou à retomada gradual da demanda no setor de produtos leves de implementos rodoviários, com atenção especial ao segmento da linha frigorífica/isotérmica impulsionado principalmente pelo segmento de distribuição de produtos perecíveis”, explica a executiva.
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Argonautas Comunicação
Executivo chega para fortalecer governança, cultura organizacional e performance dos negócios
O Grupo Rodoparaná anuncia Marcello Stewers como CEO da Rodoparaná Implementos Rodoviários e do Grupo Timber. O movimento marca um novo ciclo de gestão, com foco no fortalecimento da liderança corporativa e na condução estratégica dos negócios. À frente das duas operações, Stewers terá como principais desafios impulsionar o desempenho operacional e financeiro, estimular a inovação nos processos, fortalecer a cultura organizacional e promover o alinhamento estratégico, respeitando a identidade, a vocação e os mercados de atuação de cada uma delas.
A Rodoparaná e o Grupo Timber atuam com estruturas próprias e atuações bem definidas, orientadas por valores como a excelência operacional, a proximidade com o cliente e a visão de longo prazo. A Rodoparaná Implementos Rodoviários é reconhecida no mercado de transporte rodoviário de cargas por sua atuação integrada nas áreas de vendas, pós-venda e manutenção de reboques e semirreboques no estado do Paraná. O Grupo Timber, por sua vez, construiu uma posição de destaque nacional em mecanização florestal e em soluções voltadas à mobilidade e à produtividade nos setores florestal, agrícola, construção, mineração, energia e movimentação de materiais e, mais recentemente, no mercado de veículos elétricos.
A decisão de concentrar a liderança executiva reforça a evolução da governança e da condução estratégica dos negócios, ao mesmo tempo em que preserva a autonomia operacional e o foco de atuação de cada frente. Para Fernando Scotti, sócio da empresa e membro da família fundadora da Rodoparaná, a escolha de Marcello Stewers está alinhada à estratégia de longo prazo do grupo.
“Trata-se de uma decisão estratégica e alinhada à nossa visão de futuro. Com experiência, visão de mercado e capacidade de estruturar organizações para crescer de forma consistente, estamos convictos de que sua trajetória, aliada ao olhar para pessoas, processos e resultados, será fundamental para elevar ainda mais o patamar de desempenho da Rodoparaná e do Grupo Timber e para conduzir o próximo ciclo de crescimento de nossas empresas”, afirma Scotti.
Experiência global
Com mais de 20 anos de atuação em indústrias de grande porte, Marcello Stewers construiu uma carreira sólida, ocupando posições executivas em diferentes áreas e, posteriormente, atuando como CEO. Antes de 2004, atuou no mercado financeiro, experiência que contribuiu para o desenvolvimento de uma visão estratégica, analítica e orientada a resultados.
Ao longo de sua trajetória, acumulou experiência internacional, ampliando seu repertório em modelos globais de gestão e de governança corporativa. Em 2014, uniu-se a um grupo de banqueiros para fundar uma consultoria especializada na consolidação e na estruturação de negócios.
Sua atuação empreendedora inclui ainda a criação e a gestão de fundos voltados ao fomento industrial e financeiro, com iniciativas nas áreas de crédito, de precatórios e de mercado imobiliário. Atualmente, também atua com estruturas de funding como FIDCs e fundos europeus e norte-americanos, reforçando sua capacidade de conectar capital, estratégia e oportunidades globais ao mercado brasileiro.
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