50 2016 de caminhões no Brasil, motivado pelas compras feitas em 2013 e 2014, e que foi superior à demanda do País”, explica Adamucho. Quando se trata especificamente de implementos rodoviários, ele admite que aí, sim, somente a safra é suficiente para impulsionar “um pouco” as compras. Voltando a falar sobre a frota, o empresário utilizou o termo “excedente” apenas para se referir à quantidade de veículos. Isso não significa dizer que a frota seja ideal. Pelo contrário. Em se tratando da idade dos caminhões há uma defasagem enorme, uma “longa estrada” a ser percorrida para chegar à média adequada. Claudio Adamucho revela dados que mostram a diferença entre o que é e o que deveria ser na cronologia da frota de transporte: “No Brasil, se o proprietário do veículo é autônomo, a idade média do implemento, é de aproximadamente 20 anos. Se for empresa, esse número cai para sete. A idade ideal é no máximo cinco anos”. Ele garante, porém, que na sua empresa a situação é bem diferente. “A frota do G10 tem, em média, quatro anos”. No que se refere aos implementos, os equipamentos utilizados no G10 são bitrem, bi- -caçamba, vanderléia, LS, 8x2, bi-tanque, 9 eixos, sider e baú. “A nossa frota é composta por 1.600 conjuntos”, finaliza. Claidio Adamucho, emprsário, diretor da Transpanorama e da G10 businessman, director of Transpanorama and G10 Logística Logistics Divulgação
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